10.2.09
oxe
15.8.08
Atestado
O caso é que existia num certo país um sábio e um aprendiz. E este aprendiz todas as vezes que ia à casa do sábio para seu treinamento passava em frente à casa de uma família paupérrima. E lá viviam quatro pessoas. E esta família tinha como única fonte de renda o lucro da venda do leite retirado de uma vaca. Nem dava para o suficiente, acho que dava só para não morrer de fome. E este quadro comoveu o aprendiz, que desde então passou a imaginar uma solução para aquela família. Algo que os ajudasse a sair daquela miserável situação. Pensou e pensou, mas a solução não encontrou.
Mas um dia ele resolveu pedir ajuda ao sábio para resolver aquele dilema. Contou a história ao sábio e este por sua vez se mostrando muito interessado em resolver este assunto pediu ao seu aprendiz que o levasse a casa desta família e a partir dali ele veria no que seria possível ajudar. Então o aprendiz o levou até a casa. Tendo chegado a casa e depois de uma visualização rápida o sábio pediu ao seu aprendiz alguns dias para pensar, algo que facilmente foi acatado pelo rapaz.
Ao término de dois dias o sábio revelou ao aprendiz que já havia um plano para ajudar aquela família e que o revelaria quando ambos chegassem a casa desta família. E os dois rumaram para a casa então. Quando chegaram lá, o aprendiz já não conseguia mais esconder tanta ansiedade para conhecer a resposta e vendo esta disposição no rapaz, o sábio lhe contou o plano:
- Está vendo a vaca naquele barranco? Perguntou o sábio.
- Sim, estou.
- Pois a empurre barranco abaixo.
Altamente surpreso o aprendiz pensou: "Este cara não é sábio, mas um sádico". E sem perder tempo tascou:
- Você sabe o que está pedindo? Este é o único meio que eles tem de subsistirem. Se eu fizer isto eles vão morrer de fome.
O sábio por sua vez replicou:
- Se você quer realmente ajudá-los, vá e empurre esta vaca.
Mas o aprendiz ainda pasmo e discordando da visão do sábio, lembrou-se de que o mesmo por muitas vezes já havia solucionado vários outros problemas e decidiu obedecer àquela visão . Foi lá no barranco e: Múúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú úúúúúúúúúúúúúúúúúúúú... Empurrou a vaca!
Passados alguns dias o aprendiz entrou numa nova fase de seu aprendizado e teve que viajar para uma região mais distante e se separou deste seu primeiro mestre. Foram longos dias distantes de sua terra natal e do convívio diário de seu professor. Mas passados alguns meses este aprendiz foi mandado de volta a sua região. E a primeira coisa que ele fez ao retornar foi procurar a casa daquela família que tinha tentado ajudar. E surpreso não achou mais aquela paupérrima família nem muito menos o casebre. Mas naquele lugar havia uma fazenda com uma linda casa grande e campos de plantação lotados prontos para a colheita.
Ele então surpreso e com a curiosidade aguçada tratou de ver quem morava agora naquela fazenda e se dirigiu à Casa Grande. Em sua caminhada foi interrompido por um homem, ao qual o aprendiz tratou de perguntar:
- Onde estão os antigos moradores desta propriedade?
- Os antigos e únicos moradores são: eu e minha família - respondeu o homem.
- Mas vocês estão diferentes. A fazenda é próspera, a casa é linda e você está totalmente diferente. O que houve? Perguntou o aprendiz ao homem.
- Bem há tempos atrás perdemos nossa vaca em um acidente e ficamos sem fonte de renda. O que nos fez pensar e agir em uma nova forma de sustento e vimos quão proveitosa esta fazenda poderia ser e passamos a cultivar em nosso terreno e vencemos. E com o lucro do negócio construímos nossa casa.
Então o aprendiz concluiu que verdadeiramente o seu professor era sábio.
Talvez você precise empurrar a vaquinha de alguém.
Mas um dia ele resolveu pedir ajuda ao sábio para resolver aquele dilema. Contou a história ao sábio e este por sua vez se mostrando muito interessado em resolver este assunto pediu ao seu aprendiz que o levasse a casa desta família e a partir dali ele veria no que seria possível ajudar. Então o aprendiz o levou até a casa. Tendo chegado a casa e depois de uma visualização rápida o sábio pediu ao seu aprendiz alguns dias para pensar, algo que facilmente foi acatado pelo rapaz.
Ao término de dois dias o sábio revelou ao aprendiz que já havia um plano para ajudar aquela família e que o revelaria quando ambos chegassem a casa desta família. E os dois rumaram para a casa então. Quando chegaram lá, o aprendiz já não conseguia mais esconder tanta ansiedade para conhecer a resposta e vendo esta disposição no rapaz, o sábio lhe contou o plano:
- Está vendo a vaca naquele barranco? Perguntou o sábio.
- Sim, estou.
- Pois a empurre barranco abaixo.
Altamente surpreso o aprendiz pensou: "Este cara não é sábio, mas um sádico". E sem perder tempo tascou:
- Você sabe o que está pedindo? Este é o único meio que eles tem de subsistirem. Se eu fizer isto eles vão morrer de fome.
O sábio por sua vez replicou:
- Se você quer realmente ajudá-los, vá e empurre esta vaca.
Mas o aprendiz ainda pasmo e discordando da visão do sábio, lembrou-se de que o mesmo por muitas vezes já havia solucionado vários outros problemas e decidiu obedecer àquela visão . Foi lá no barranco e: Múúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú úúúúúúúúúúúúúúúúúúúú... Empurrou a vaca!
Passados alguns dias o aprendiz entrou numa nova fase de seu aprendizado e teve que viajar para uma região mais distante e se separou deste seu primeiro mestre. Foram longos dias distantes de sua terra natal e do convívio diário de seu professor. Mas passados alguns meses este aprendiz foi mandado de volta a sua região. E a primeira coisa que ele fez ao retornar foi procurar a casa daquela família que tinha tentado ajudar. E surpreso não achou mais aquela paupérrima família nem muito menos o casebre. Mas naquele lugar havia uma fazenda com uma linda casa grande e campos de plantação lotados prontos para a colheita.
Ele então surpreso e com a curiosidade aguçada tratou de ver quem morava agora naquela fazenda e se dirigiu à Casa Grande. Em sua caminhada foi interrompido por um homem, ao qual o aprendiz tratou de perguntar:
- Onde estão os antigos moradores desta propriedade?
- Os antigos e únicos moradores são: eu e minha família - respondeu o homem.
- Mas vocês estão diferentes. A fazenda é próspera, a casa é linda e você está totalmente diferente. O que houve? Perguntou o aprendiz ao homem.
- Bem há tempos atrás perdemos nossa vaca em um acidente e ficamos sem fonte de renda. O que nos fez pensar e agir em uma nova forma de sustento e vimos quão proveitosa esta fazenda poderia ser e passamos a cultivar em nosso terreno e vencemos. E com o lucro do negócio construímos nossa casa.
Então o aprendiz concluiu que verdadeiramente o seu professor era sábio.
Talvez você precise empurrar a vaquinha de alguém.
Marcadores: citações
22.7.08
Constatação científica da burrice grupal progressiva
Reunir-se com pessoas para chegar a qualquer conclusão é sempre a pior solução. Fico debatendo as idéias dos outros e acabo nunca desenvolvendo as minhas próprias.
Marcadores: personalíssimo
9.7.08
Papo de amigos
Estava conversando na rua com uma conhecida, falando sobre um grande amigo meu, que é engenheiro químico.
Se meu amigo me apresentar pra as pessoas:
-Esse é M., meu advogado.
O pessoal vai comentar:
-Esse P. é um cara muito importante, tem seu próprio advogado!
Já a situação contrária é meio ingrata:
-Esse é P., meu engenheiro químico.
O pessoal vai comentar:
- Esse M é um cara muito viado!
Se meu amigo me apresentar pra as pessoas:
-Esse é M., meu advogado.
O pessoal vai comentar:
-Esse P. é um cara muito importante, tem seu próprio advogado!
Já a situação contrária é meio ingrata:
-Esse é P., meu engenheiro químico.
O pessoal vai comentar:
- Esse M é um cara muito viado!
Marcadores: diálogos
9.6.08
Nova teoria
A partir da data do post abaixo, passo a adotar a TEORIA DA VACA em substituição à do bode.
Marcadores: personalíssimo
8.6.08
Começou
Agora, hoje, definitivamente, começou.
Marcadores: personalíssimo
31.5.08
Plenitude
Achei que nem fosse. Mas foi. Com 19 de antecedência. E o principal: eu senti. E disse. Não necessáriamente nessa mesma ordem, mas dia 30 de maio agora é dia sagrado. Foi, senti e disse.
Marcadores: personalíssimo
29.5.08
Redenção

Marcadores: fotas
25.5.08
Como é que a gente sabe
Como é que a gente sabe se uma coisa que a gente sente é amor? Será que só achar que é já indica que é? Será que a preleção de Camões se aplica? Será que é quando sentimos algo ágape? Isso dava uma música. Porque certas coisas se encaixam. Coisas que não tem nada a ver. Coisas que eu nem sei expressar. A certeza é de que sim. Mesmo sem saber, sim.
Marcadores: citações
10.5.08
Good Bye Yellow Brick Road
Hoje estava no quarto, sozinho em casa, com pouca iluminação, a janela aberta, o vento frio batendo no meu peito, meia luz e tocando violão enquanto ouvia Elton John cantando esta música. O mais estranho é que nesse clima de nostalgia e romance (a letra da música, claro, é desconsidedara), não conseguia pensar em outra coisa, e o desejo me tomou. Claro que pensei em agir por impulso, mas a consciência de que não adiantaria me impediu de qualquer atitudo. Senti um vazio e uma vondade daquilo que me preencheria. As coisas às vezes ficam tão confusas, e não quero agir irracionalmente. Fiquei apenas pensando e tentando não decidir o que fazer, esperando apenas as aulas de sábado, e as jornadas jurídicas. Não sei o que fazer. Este rapaz é muito jovem para cantar suas tristezas (cantar o seu blues).
Marcadores: personalíssimo
6.4.08
ÊTA
Marcadores: personalíssimo
4.4.08
Ampliando as habilidades

Marcadores: fotas
2.4.08
Minha guitarra
7.1.08
Devo, não pago. Nego enquanto puder.
Afinal, promessa é dúvida.
Afinal, promessa é dúvida.
Marcadores: citações
20.11.07
Beleza do Vocabulário Baiano
Tem coisa mais bunita do que um "EVÊM"??!!
Marcadores: vocabulário
